quarta-feira, 21 de abril de 2010

“Ele entrou, como sempre o fazia... nada demais! Mas dentro dela já existia uma pequeníssima fagulha que nem ela mesma se dava conta. Até que ele se aproximou, pra explicar alguma coisa, falar sobre o assunto em comum... E naquele instante algo aconteceu: ela pôde sentir o seu calor! A pele dele por debaixo daquela camisa emitia uma temperatura diferente da dela, ou será que já eram os sintomas? Não sabia ao certo. Só sabia que enquanto ele falava não conseguia tirar os olhos da sua boca... Ele não fazia a mínima ideia do que se passava pela cabeça dela! Mas o seu pensamento estava longe e ao mesmo tempo perto, muito perto dele, tão perto que ela podia sentir a textura do seus lábios...”

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